domingo, 17 de abril de 2016

Acompanhe ao vivo a votação


Governo já considera derrota.

O governo, diante da esmagadora votação que acontece hoje na câmara, já considera a derrota. A Presidente Dilma Rousseff já prepara uma nota a ser divulgada. Não se sabe ainda o que vem por aí.
Vemos que os votos computados a favor do Impeachment já se contabiliza mais de 250 votos.
Aguardaremos o fim da seção para vermos o que mais vem por aí.

sábado, 16 de abril de 2016

Manifestantes já chegam à Esplanada

Os manifestantes pró e contra o Impeachment da presidente Dilma Rousseff começam a chegar à Esplanada. Ambos os grupos foram escoltados pela polícia militar. Os manifestantes a favor do Impeachment fazem uma vigília acendendo velas e ficarão até o término da votação.
O esquema de segurança está reforçado para que não haja confrontos durante o tempo em que estiverem na Esplanada. O grupo perdedor será escoltados até a rodoviária, enquanto o grupo vencedor terá que esperar. 


Proibido infartar

Agora em Brasília, a saúde pública está um caos. Não é nenhum segredo que falta médicos, medicamentos, que há pulgas no hospital de Taguatinga, alagamentos nos hospitais entre outros problemas. Mas a Secretaria de saúde do Distrito Federal divulgou nessa terça feira, 13, que falta de medicamentos para tratar pacientes que sofreram infarto. Em dois anos de governo, Rodrigo Rollemberg, cortou gastos aqui e outros ali, mas fica claro que não foi suficiente. A saúde ainda está precária. Hospitais como o de Ceilândia, que é o mais precário, falta de tudo. Até mesmo luvas para procedimentos. Nos leitos faltam lençóis e cobertores.
A Secretaria ainda não deu um parecer sobre como irá fazer com relação aos medicamentos para infartados, mas fica a dica, não infartem.

O Poderoso Temer

Ontem à presidente Dilma Rousseff fez um pronunciamento divulgado nas redes sociais onde acusa o vice presidente Michel Temer de acabar com os programas sociais e com os " avanços " conquistados durante seu governo.
O mesmo pode se contradizer com o áudio do vice, vazado nesta semana, na qual pode se ver claramente que não são essas as intensões do futuro Presidente.
Veja as divergências fornecidas pelo site da UOL:

Sacrifícios

O que diz Dilma: "Os golpistas já disseram que se conseguirem usurpar o poder será necessário impor sacrifícios à população brasileira."
O que diz Temer: Em dois trechos de sua gravação, o vice-presidente afirmou que sacrifícios são necessários. 
"Vamos ter muitos sacrifícios pela frente. Sem sacrifícios, nós não conseguiremos avançar para retomar o crescimento e o desenvolvimento."
"Tudo isto que estou a dizer significará, devo registrar, sacrifícios iniciais para o povo brasileiro, em primeiro lugar. Em segundo lugar, não quero gerar nenhuma expectativa falsa. Não pensemos que se houver uma mudança no governo, em três ou quatro meses, estará tudo resolvido. Em três ou quatro meses, pode começar a ser encaminhado."

Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida

O que diz Dilma: "Querem revogar direitos e cortar programas sociais, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida. Ameaçam até a educação pública." Não fica claro, na crítica de Dilma, se "cortar" significaria diminuir ou acabar com programas sociais, nem a quais programas da área de educação ela se refere.
O que diz Temer: O vice negou ter a intenção de acabar com o Bolsa Família e programas da área de educação, como Pronatec e o Fies. "Sei que dizem, de vez em quando, que se outrem assumir, nós vamos acabar com o Bolsa Família, acabar com o Pronatec, com o Fies. Isto é falso, é mentiroso e é fruto desta política mais rasteira que tomou conta do país. Nós deveremos manter esses programas e se possível revalorizá-los e ampliá-los."
No Twitter, o vice rebateu diretamente o vídeo de Dilma: "Leio hoje nos jornais as acusações de que acabarei com o Bolsa Família. Falso. Mentira rasteira. Manterei todos programas sociais."
No áudio vazado anteriormente, Temer não havia feito menção ao Minha Casa, Minha Vida, mas, de acordo com reportagem do "Estadão Conteúdo", o PMDB discute a revisão de subsídios e revisão na abrangência de programas sociais.
Moreira Franco, ex-ministro de Assuntos Estratégicos e da Aviação Civil, figura próxima a Temer, afirmou ao "Estadão" que é necessário reavaliar o uso do FGTS, a fundo perdido, para financiar o Minha Casa, Minha Vida. "Isso precisa ser enfrentado antes que vire um grande problema: estão levando o uso do FGTS ao limite - e o fundo é do trabalhador, precisa ser remunerado, não dá para fazer graça com o dinheiro dos outros."
Franco também disse que é necessário tornar o Pronatec mais seletivo e o Fies, mais rigoroso. De acordo com o "Estadão", o PMDB discutiu limitar o ensino gratuito nas universidades federais, mas o debate não avançou.

Crise e instabilidade

O que diz Dilma: "Os derrotados [nas eleições de 2014] mergulharam o país num estado permanente de instabilidade política, impedindo a recuperação da economia, com o único objetivo de tomar à força o que não conquistaram nas urnas. (...) Nosso país tem todas as condições de sair da crise. De retomar o crescimento econômico com emprego, estabilidade, distribuição de renda e oportunidades para todos. Juntos, haveremos de reencontrar a paz necessária para retomar os rumos das mudanças. Mas somente o respeito à ordem democrática pode assegurar a reunificação nacional"
O que diz Temer: "Defendo a unificação e pacificação dos brasileiros. Não o caos, o ódio e a guerra. Só sairemos da crise se todos trabalharem pelo Brasil, não pelos seus interesses pessoais", escreveu o vice em seu Twitter.

Recursos do pré-sal

O que diz Dilma: "Querem abrir mão da soberania nacional, mudar o regime de partilha e entregar os recursos do pré-sal às multinacionais estrangeiras."
O que diz Temer: Na gravação, o vice não faz menção ao assunto. No programa "Uma Ponte para o Futuro", elaborado em 2015, o PMDB afirma, sem citar especificamente o pré-sal, que considera fundamental "executar uma política de desenvolvimento centrada na iniciativa privada, por meio de transferências de ativos que se fizerem necessárias, concessões amplas em todas as áreas de logística e infraestrutura, parcerias para complementar a oferta de serviços públicos e retorno a regime anterior de concessões na área de petróleo, dando-se a Petrobras o direito de preferência".
O vice presidente se pronunciou sobre o vídeo da presidente também nas redes sociais, falando ser uma " mentira varrida".
Temer não busca dividir a oposição como fez Dilma durante todo seu mandato. O diálogo entre oposição e governo deve acontecer e ambos devem caminhar juntos pelo bem do país. Coisa que parece não constar nos valores do PT.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Placar do Impeachment


Segundo a fonte do Estadão, os deputados necessário para dar prosseguimento ao processo de impeachment da Presidente Dilma Rousseff, foi alcançado os 342 votos favoráveis ao processo que caça o mandato da presidente. Segue o gráfico e os deputados que se manifestaram a favor, contra e os indecisos.
Segundo o site do movimento Vem pra rua, o mapa do Impeachment aponta 329 votos favoráveis. Mapa do Impeachment
As expectativas da base oposicionista é que o processo vai seguro a diante. Os governistas estão divididos entre os que acreditam que irão barrar o processo e os que estão descrentes quanto a permanência de Dilma na presidência pelos próximos 2 anos que lhe restam.
Líderes de vários partidos compõe uma romaria ao Palácio do Jaburu, residência oficial de Temer, e a base religiosa do Congresso estão em constante orações por Temer.
Parece que o jogo está virando e que os ventos não estão a favor de Dilma. Todos já vimos que seu governo não deu certo e que já é inútil continuar tentando remar contra a correnteza quando já se está caindo pela cachoeira.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Nanicos também devem deixar Dilma nessa Quinta Feira.


Após o PP abandonar a base do governo na Terça Feira, o PTB hoje também decidiu apoiar o Impeachment de Dilma Rousseff.
Os partidos Pros, PEN, PHS, PSL e PTN também devem abandonar a base  governista nesta Quinta Feira.
O PSD também está abandonando a base, o deputado que preside a comissão de impeachment, Rogério Rosso, votou contra a presidente no parecer do relatório do relator do impeachment.
O PR fica na base aliada, porém 20 dos 40 deputados da sigla apoiam o Impeachment da presidente. 
Com isso a possibilidade do processo seguir para o Senado é muito grande. Dilma pode começar a arrumar suas malas, sem levar o que não deve do Planalto como fez seu padrinho, e esperar para ir embora. Outra ideia é que ela renuncie como fez Fernando Collor de Mello antes de seu impeachment.
Por: Eny Max