segunda-feira, 4 de abril de 2016

Esplanada pequena



O clima que já estava quente, promete pegar fogo nas próximas semanas em Brasília. O motivo é que a votação na Câmara dos Deputados para o Impeachment da presidente Dilma Rousseff está chegando. A expectativa é que dentro de três semanas seja a votação.
Manifestantes a favor e contra o governo prometem tomar a Esplanada para fazer pressão nos deputados. A preocupação do GDF é com a segurança dos manifestantes durante o ato.
Somando todos a quantidade pode ultrapassar 150 mil, já que em 13 de março os manifestantes pró Impeachment somaram mais de 100 mil enquanto no dia 31 do mesmo mês os pró governo somaram 50 mil manifestantes.
O clima tenso no Planalto promete precionar os deputados que estão indecisos e os que querem votar contra o afastamento da presidente.
Não é de hoje que sabemos que os manifestantes pró governo são violentos, então o policiamento pode ser reforçado.
Cabe agora es

domingo, 3 de abril de 2016

Violência é a bandeira de petistas

Nas manifestações pró governo da última quinta (31), o ex presidente Lula afirmou que há uma onda de ódio que está tomando o país.
Porém, nunca se foi visto movimentos pró Impeachment alguma ameaça nem incitação à violência. O mesmo não se pode dizer por parte do PT e filiados. O próprio Lula já incitou guerra aos manifestantes. O clima de ódio realmente existe, mas não é por parte dos que estão do lado do Brasil.
É óbvio que a bandeira do PT e vermelha por representar sangue, guerra e violência.
Nunca depois da posse de Fernando Henrique Cardoso a bandeira do Brasil foi vista em uma posse presidencial.
Quanto mais os representantes pró governo incitar a violência, mais queimado ficará o filme do PT, o qual já se perdeu toda a credie.

Dilma lidera ranking dos piores líderes mundiais


Não é nenhuma novidade que o Brasil é mal falado lá fora, e isso não é motivo de orgulho. O que parece não importar para a Presidente Dilma Rousseff. Ela lidera em 1° lugar como a pior líder mundial. O motivo se dá ao fracasso de seu governo que vem à 6 anos.
Deveríamos estar em primeiro lugar em tudo. O Brasil é um dos maiores e mais ricos país no mundo, porém a corrupção impede que nos posicionamos em 1°lugar em rankings realmente relevantes.
Confira a lista feita pelo site Fortune
Os investidores ficam com o pé atrás em investir em no Brasil, tendo a corrupção como a causa maior. O Brasil já é classificado como impróprio para investimentos. O dano que causa na economia é incalculável. São milhares de emprego que deixam de ser gerados, dinheiro que não circula, que contribui para o aumento da pobreza que aumentou muito nos últimos anos.
Porém com a saída da presidente, as chances do Brasil voltar a crescer e de retomamos a nossa economia aumenta. É só vê pelo dólar, que quando se anuncia um possível afastamento da presidente ele cai.


Governo decreta sigilo sobre dados de ‘pedaladas’



BRASÍLIA — O governo da presidente Dilma Rousseff decidiu manter em sigilo o tamanho exato da dívida e quem são os devedores de taxas destinadas à Caixa Econômica Federal por conta da administração de fundos e programas sociais. O banco público é contratado pelo governo para executar programas como o Bolsa Família e precisa ser remunerado pelos serviços prestados. Em processos de conciliação que tentaram, sem sucesso, garantir os repasses à Caixa, a Advocacia Geral da União (AGU) relacionou a falta de pagamento dessas taxas de administração ao represamento de recursos conhecido como “pedaladas fiscais”. (INFOGRÁFICO: PEDALADAS EM SIGILO)
A União passou a protelar o pagamento das tarifas, um tipo de “pedalada” que gerou um débito incalculável com a Caixa; parte desse débito já é cobrada na Justiça Federal em Brasília. A composição da dívida, com o detalhamento de todos os programas pelos quais a instituição financeira deveria ser remunerada, permanecerá oculta, conforme decisão em última instância do governo em pedido de dados formulado pelo GLOBO via Lei de Acesso à Informação.
Para tentar obter a dimensão exata dessa “pedalada”, que passou ao largo inclusive das auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU), foi pedido à Caixa o detalhamento de dados registrados nas demonstrações contábeis do banco. O balanço público informa apenas, e de maneira genérica, que em 2015 a Caixa tinha R$ 1,9 bilhão a receber por “administração de fundos e programas sociais”. No ano anterior, eram R$ 1,98 bilhão. O valor, porém, se refere a prestação de serviços de fundos e programas sociais “incluindo União, estados, municípios e entes privados”, conforme informado pela própria Caixa.
COMISSÃO NEGOU PEDIDO EM ÚLTIMA INSTÂNCIA
O pedido pela Lei de Acesso, apresentado em 29 de julho de 2015, cobrou o valor pormenorizado de cada fundo e programa; o tamanho exato das dívidas da União, dos estados e das capitais; e o valor privado envolvido. Todas as instâncias previstas na lei negaram. A decisão definitiva foi tomada por uma comissão mista integrada por representantes de nove ministérios.
Para negar o detalhamento dos valores das taxas a receber, a Caixa alegou que as informações devem ser mantidas em segredo por se enquadrar no artigo 6º do decreto de 2012 que regulamentou a Lei de Acesso. O artigo prevê que o acesso à informação não se aplica em hipóteses de “sigilo fiscal, bancário, de operações e serviços no mercado de capitais, comercial, profissional, industrial e segredo de justiça”.
Em resposta a um recurso, o vice-presidente de Finanças e Controladoria da Caixa, Márcio Percival Pinto, acrescentou mais um argumento: “A composição das contas referenciadas envolve informações próprias de mercado e da atuação e estratégia desta empresa pública”.
O entendimento não foi unânime no governo. Uma análise da área técnica da Controladoria Geral da União (CGU), a terceira instância para recurso prevista na Lei de Acesso, enxergou “princípio da publicidade” na informação. “Os contratantes, neste caso, são pessoas políticas — a União, os estados e municípios, aos quais o direito de privacidade não assiste. Ao contrário, as informações derivadas das relações constituídas pelas pessoas políticas obedecem, regra geral, ao princípio da publicidade”, argumentou a analista de Finanças e Controle da CGU Maíra Luísa Milani, responsável por dar um parecer.
A analista afirmou ainda que “os contratos de prestação de serviços firmados pela Caixa com os entes políticos não são conquistados em um mercado de livre concorrência entre as instituições financeiras”. “A própria Caixa reconhece, nos esclarecimentos prestados à CGU, o caráter não concorrencial dos serviços prestados, em razão da ‘exclusividade legalmente imposta hoje’.” Conforme a analista, os relatórios de gestão disponíveis não informam os “valores devidos pela União, estados e capitais”.
O parecer sugere que a Caixa informe os fundos e programas com taxas a receber e diz que o banco “descumpriu procedimentos básicos da Lei de Acesso à Informação”. Mas o ouvidor-geral da União Gilberto Waller Júnior superior da analista de Controle, discordou do parecer. Para ele, a informação deve ser pública, mas fornecida pelos devedores. Esse levantamento seria impossível de ser feito, por envolver diversos ministérios, 27 unidades da federação e as mais diferentes cidades. Na última instância prevista em lei, a Comissão Mista de Reavaliação de Informações concordou com o ouvidor-geral. A informação foi negada, com base no argumento do sigilo bancário.
As “pedaladas” consistiram na interrupção de repasses do governo aos bancos públicos, que se viram obrigados a arcar com programas como Bolsa Família, abono salarial e seguro-desemprego. Parecer da AGU de março de 2015 associa a dívida das tarifas à dívida das “pedaladas”. O primeiro débito permanece em aberto, inclusive com ações judiciais da própria Caixa, uma instituição da União, contra o governo. O segundo foi regularizado pela equipe econômica, depois de o TCU aprovar parecer pela rejeição das contas de 2014 de Dilma. O processo de impeachment da presidente se baseia principalmente na acusação de que a manobra fiscal voltou a se repetir em 2015.
O GLOBO revelou a “pedalada” com as taxas em julho do ano passado. A reportagem mostrou que, naquele momento, o governo deixava de pagar mais de R$ 1 bilhão à Caixa e ao Banco do Brasil referentes a taxas de administração de programas como Bolsa Família, Fies, Minha Casa Minha Vida e PAC. Os bancos foram contratados pelos ministérios para operacionalizar os programas, mas deixaram de ser remunerados. O valor de R$ 1 bilhão não equivale ao total da dívida com taxas, nem é exato, por não se ter a dimensão dos programas de governo.
Na Justiça, a Caixa tenta receber R$ 274,4 milhões dos Ministérios da Agricultura e das Cidades. O banco operacionalizou projetos de emendas parlamentares e o PAC e não recebeu taxas devidas. As ações tramitam desde 2013.

Fonte: O Globo

64℅ dos brasileiros rejeitam governo Dilma Rousseff

Um levantamento pelo Instituto Datafolha mostra que 64% dos brasileiros rejeitam obgoveno atual. Embora esse levantamento não seja feito com toda a população, é evidente que o número é bem maior. A julgar pelas manifestações de 13 de março, onde 4 milhões foram as ruas pedir a saída da presidente.
Isso reforça ainda mais a tese de que não há um golpe em curso. É a voz do povo que prova. Os escândalos envolvendo o PT e toda a base  aliada, em corrupção é o motivo principal pela descrença da população.
Segundo ainda o Datafolha, se as eleições fossem hoje, o ex presidente Lula perderia para Aécio Neves. Todo mundo já sabe das notícias que o presidente Lula está diretamente  envolvido nos escândalos de corrupção da Petrobrás. Isso desanimou ainda mais a população, que antes acreditava em dias melhores com Lula, e hoje vêem que aquele em que tato confiaram os assaltou sem qualquer escrúpulo.
Com a eminente ida de Michel Temer para a presidência da república, as esperanças estão voltadas para o PMDB, que promete não descuidar do Brasil como fez o governo do PT. Não há outra saída a não ser depositar as esperanças de um Brasil melhor com o próximo governo.

"Mortadelas" recebem 300 reais para participarem de atos pró Dilma

Não é nenhuma novidade que o governo está tentando comprar qualquer um para receber apoio. Acontece agora para conseguir votos para barrar o processo de impeachment e também acontece para conseguir mais volume nas ruas em atos pró governo.
No último dia (31), atos pró Dilma realizados em 23 capitais reuniram cerca de 300 mil manifestantes. Porém esse número não chegou nem a 10℅ comparado as manifestações de 13 de março que reuniu cerca de 4 milhões de pessoas nas ruas.
Mas o que mais intriga é como o governo reuniu seguidores para as manifestações a seu favor. Foram fretados ônibus para levar em os manifestantes a Brasília, São Paulo e outras capitais. Além disso foram distribuídas marmitas e cada manifestante recebeu a quantia de 300 reais para participar do ato.
Os movimentos pró Impeachment não são custeados pelo governo e nem por nenhum outro partido ou instituição. Ninguém é pago para manifestar. Esse ato do governo mostra o medo que tem de sua iminente queda. O que mostra mais uma vez que o governo preocupa mais com seu mandato do que com o bem da população.
A pergunta que fica é: de onde vem o dinheiro para pagar os manifestantes? Com certeza não vem do bolso da presidência nem dos movimentos sindicais. O dinheiro vem do seu, do meu e do bolso de todo brasileiro.

Nos bastidores do Planalto, Dilma surta com eminete saída da presidência

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